
O Outono chegou e vem preparar o terreno para o Inverno.
Ele chega de forma discreta mas já começa a despontar nos primeiros raios de sol.
O tempo já não é o mesmo e prepara mudanças.
E como diria Ana Carolina "Nas ruas de outono, os meus passos vão ficar" e continuo com a linda música poema:
Ruas de outono
Nas ruas de outono
Os meus passos vão ficar
E todo abandono que eu sentia vai passar
As folhas pelo chão
Que um dia o vento vai levar
Meus olhos só verão que tudo poderá mudar
Eu voltei por entre as flores da estrada
Pra dizer que sem você não há mais nada
Quero ter você bem mais que perto
Com você eu sinto o céu aberto
Daria pra escrever um livro
Se eu fosse contar
Tudo que passei antes de te encontrar
Pego sua mão e peço pra me escutar
Seu olhar me diz que você quer me acompanhar
Eu voltei por entre as flores da estrada
Pra dizer que sem você não há mais nada
Quero ter você bem mais que perto
Com você eu sinto o céu aberto
Quero ter você bem mais que perto
Com você eu sinto o céu aberto...
Enfim, estamos no primeiro dia do Outono e para comemorar a chegada dele a O2 organizou a etapa de Outono do Circuito das Estações Adidas, primeira prova do evento em 2010 na cidade da garoa. E milhares de corredores foram até o Estádio do Pacaembu para a disputa do percurso de 10 km.Nas ruas de outono
Os meus passos vão ficar
E todo abandono que eu sentia vai passar
As folhas pelo chão
Que um dia o vento vai levar
Meus olhos só verão que tudo poderá mudar
Eu voltei por entre as flores da estrada
Pra dizer que sem você não há mais nada
Quero ter você bem mais que perto
Com você eu sinto o céu aberto
Daria pra escrever um livro
Se eu fosse contar
Tudo que passei antes de te encontrar
Pego sua mão e peço pra me escutar
Seu olhar me diz que você quer me acompanhar
Eu voltei por entre as flores da estrada
Pra dizer que sem você não há mais nada
Quero ter você bem mais que perto
Com você eu sinto o céu aberto
Quero ter você bem mais que perto
Com você eu sinto o céu aberto...
Me juntei também aos milhares assim como a turma do meu trabalho - Equipe Synchro.
Foi uma manhã de domingo muito animada e com muita gente empolgada. Conhecida como “terra da garoa”, São Paulo fez jus ao apelido e teve uma prova agitada na manhã deste domingo. Inicialmente, o clima parecia a favor dos corredores presentes: tempo nublado e ameno. Mas com o passar dos quilômetros, a chuva chegou a determinados trechos, como no Minhocão.
Mesmo assim, a chuva chegou para animar a galera, foi a parte mais gostosa da prova, pois deu para sentir a energia de muita gente ali, suando mesmo a camisa para fazer o seu melhor.
Participar destes eventos é muito gostoso pois você encontra um publico animado, que se dispôs a pular cedo da cama. São pessoas que foram para correr ou prestigiar e até mesmo participar de forma diferente e alegrar ainda mais o evento.
Então temos:
Tem a Merenda!Preparei um pequeno vídeo com as imagens do evento. Espero que gostem. E que venha o Outono.
As fotos estão disponíveis no Picassa no link abaixo
Fecho o post com um poema de Manuel Bandeira
Crepúsculo de Outono
O crepúsculo cai, manso como uma benção.
Dir-se-á que o rio chora a prisão de seu leito...
As grandes mãos da sombra evangélicas pensam
As feridas que a vida abriu em cada peito.
O outono amarelece e despoja os lariços.
Um corvo passa e grasna, e deixa esparso no ar
O terror augural de encantos e feitiços.
As flores morrem. Toda a relva entra a murchar.
Os pinheiros porém viçam, e serão breve
Todo o verde que a vista espairecendo vejas,
Mais negros sobre a alvura unânime da neve,
Altos e espirituais como flechas de igrejas.
Um sino plange. A sua voz ritma o murmúrio
Do rio, e isso parece a voz da solidão.
E essa voz enche o vale...o horizonte purpúreo...
Consoladora como um divino perdão.
O sol fundiu a neve. A folhagem vermelha
Reponta. Apenas há, nos barrancos retortos,
Flocos, que a luz do poente extática semelha
A um rebanho infeliz de cordeirinhos mortos.
A sombra casa os sons numa grave harmonia.
E tamanha esperança e uma tão grande paz
Avultam do clarão que cinge a serrania,
Como se houvesse aurora e o mar cantando atrás.
Manoel Bandeira
As fotos estão disponíveis no Picassa no link abaixo
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| Circuito das Estações Adidas - Outono 03/2010 |
Fecho o post com um poema de Manuel Bandeira
Crepúsculo de Outono
O crepúsculo cai, manso como uma benção.
Dir-se-á que o rio chora a prisão de seu leito...
As grandes mãos da sombra evangélicas pensam
As feridas que a vida abriu em cada peito.
O outono amarelece e despoja os lariços.
Um corvo passa e grasna, e deixa esparso no ar
O terror augural de encantos e feitiços.
As flores morrem. Toda a relva entra a murchar.
Os pinheiros porém viçam, e serão breve
Todo o verde que a vista espairecendo vejas,
Mais negros sobre a alvura unânime da neve,
Altos e espirituais como flechas de igrejas.
Um sino plange. A sua voz ritma o murmúrio
Do rio, e isso parece a voz da solidão.
E essa voz enche o vale...o horizonte purpúreo...
Consoladora como um divino perdão.
O sol fundiu a neve. A folhagem vermelha
Reponta. Apenas há, nos barrancos retortos,
Flocos, que a luz do poente extática semelha
A um rebanho infeliz de cordeirinhos mortos.
A sombra casa os sons numa grave harmonia.
E tamanha esperança e uma tão grande paz
Avultam do clarão que cinge a serrania,
Como se houvesse aurora e o mar cantando atrás.
Manoel Bandeira







Abreu,
ResponderExcluirVocê leva jeito. Gostei muito do trabalho.
Um abraço,
D´Andréa